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sábado, 1 de junho de 2013

A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO (Lucas 10: 25-37)


25  E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?


26  E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês?


27  E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.


28  E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás.


29  Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo?


30  E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.


31  E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.


32  E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo.


33  Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;


34  E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;


35  E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar.


36  Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?


37  E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira.

Esta parábola destaca a verdade de que compaixão e cuidado são coisas intrínsecas à fé salvadora e à obediência a Cristo. Amar a Deus deve ser também amar ao próximo.
 A vida e a graça que Cristo transmite aos que o aceitam produzem amor, misericórdia e compaixão pelos necessitados e aflitos. Esse amor é um dom de graça de Deus através de Cristo. O crente tem a responsabilidade de viver à altura do amor do Espirito Santo tendo, dentro dele, um coração não endurecido.
Quem afirma ser cristão, mas tem o coração insensível do sofrimento e da necessidade dos outros, demonstra cabalmente que não tem em si a vida eterna.

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