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sábado, 1 de junho de 2013

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO (Lucas 15: 11-32)


11  E disse: Um certo homem tinha dois filhos;


12  E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.


13  E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.


14  E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.


15  E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.


16  E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.


17  E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!


18  Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;


19  Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.


20  E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.


21  E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.


22  Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;


23  E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;


24  Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.


25  E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.


26  E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.


27  E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.


28  Mas ele se indignou, e não queria entrar.


29  E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;


30  Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.


31  E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;


32  Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.

Antes de um perdido vir a Deus ele precisa reconhecer seu verdadeiro estado de escravidão do pecado e da separação de Deus. Precisa voltar humildemente ao Pai, confessar seu pecado e estar disposto fazer tudo quanto o Pai quiser. É o Espirito Santo que convence o perdido pecador de sua situação pecaminosa.
A descrição que Jesus faz da reação favorável do pai, diante da volta do filho, ensina varias verdades importantes:
Deus tem compaixão dos perdidos por causa da triste condição deles;
O amor de Deus é tão grande que nunca cessa de sentir pesar por eles e esperar a sua volta;
Quando o pecador, de coração, volta para Deus, Ele sempre está plenamente disposto a acolhê-lo com perdão, amor, compaixão, graça e os plenos direitos de um filho.
Os benefícios da morte de Cristo, a influência do Espirito Santo e a graça de Deus estão à disposição daqueles que buscam a Deus.
A alegria de Deus pela volta dos pecadores é incomensurável.

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