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sábado, 1 de junho de 2013

A PARÁBOLA DO JUIZ INÍQUO (Lucas 18: 1-8)


1  E CONTOU-LHES também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer,


2  Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem.


3  Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.


4  E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,


5  Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.


6  E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.


7  E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?


8  Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?


Desta parábola da viúva que  persevera em oração aprendemos que:
Os crentes devem persevera em oração em todo tempo, até a volta de Jesus;
Nesta vida temos um adversário, que é satanás. A oração pode nos proteger do maligno;
Através da oração os filhos de Deus devem clamar-lhe contra o pecado e por justiça;
A oração perseverante é considerada como fé;
Nos últimos dias antes da volta de Cristo haverá um aumento de oposição diabólica às orações dos fiéis. Por causa de satanás e dos prazeres do mundo,  muitos deixarão de ter uma vida de perseverante oração.
Quando Jesus voltar para aqueles que a Ele clamam dia e noite, Ele porá fim as suas aflições, seu sofrimento e  perseguição da parte de um mundo hostil e maligno e os levará para estar com Ele.

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