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sábado, 1 de junho de 2013

A PARÁBOLA DO FARISEU E O PUBLICANO (Lucas 18: 9-14)


9  E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:


10  Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.


11  O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.


12  Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.


13  O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!


14  Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.


O fariseu era justo aos seus próprios olhos. A pessoa que pensa ser justa por causa de seus próprios esforços não tem consciência da sua própria natureza pecaminosa, da sua indignidade e da sua permanente necessidade de ajuda, misericórdia e graça de Deus. Por causa dos seus destacados atos de compaixão e da bondade exterior, tal pessoa acha que não precisa da graça de Deus. O publicano, por outro lado, estava profundamente consciente  do seu pecado e culpa e, verdadeiramente arrependido, voltou-se do pecado para Deus, suplicando perdão e misericórdia . tipifica o verdadeiro filho de Deus.

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