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sábado, 1 de junho de 2013
A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS (Mateus 25: 1-13)
1 ENTÃO o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.
2 E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas.
3 As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.
4 Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.
5 E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram.
6 Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.
7 Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
8 E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.
9 Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós.
10 E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.
11 E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: SENHOR, Senhor, abre-nos.
12 E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço.
13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.
Esta parábola ressalta o fato que todos os crentes devem constantemente examinar sua vida espiritual, tendo em vista a vinda de Cristo num tempo desconhecido e inesperado. Devem persevera na fé, para que uma vez chegados o dia e a hora, sejam levados pelo senhor na sua volta. Estar em comunhão pessoal quando Ele voltar significa ser lançado fora da sua presença e do seu reino.
O que faz a diferença entre o néscio e o sábio é aquele (louco) não reconhecer que o Senhor, ao voltar, virá em um tempo que não é aguardado, nem precedido de sinais visíveis específicos.
Cristo mostra em Lucas 18:8 que uma grande parte dos crentes estará despreparada no momento da sua volta. Cristo deixa, pois, claro que Ele não vai esperar até que todas as igrejas locais estejam preparadas para sua vinda.
Note-se que todas as virgens (tanto as prudentes como as loucas) foram surpreendidas, ao vir o noivo. Isto significa que esta parábola se refere aos crentes vivos antes da tribulação e não aqueles durante a tribulação, os quais terão sinais específicos precedendo a volta de Cristo no final da tribulação.
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